O Hospital Regional do Câncer de Presidente Prudente (HRCPP) e o governo do Estado de São Paulo formalizaram nesta quinta-feira (14) um convênio para a oferta de 80 leitos clínicos e dez leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para o atendimento de pacientes oncológicos e de outras patologias – exceto Covid – da região.

O novo convênio será válido até o dia 30 de junho de 2021, com o repasse de seis parcelas no valor de R$ 1.841.131,32.

Esse convênio é uma prorrogação do contrato firmado em julho de 2020, mediante solicitação do Departamento Regional de Saúde (DRS-11) para que o hospital cedesse a estrutura para ajudar no enfrentamento da Covid-19.

De acordo com o HRCPP, a abertura dessas vagas também gerou empregos diretos e indiretos, contribuindo para o giro da economia de Presidente Prudente. Em 90 dias, foram transferidos mais de 480 pacientes e realizadas mais de 150 contratações.

Agora, o hospital aguarda a publicação no Diário Oficial e o repasse dos recursos financeiros para que possa iniciar as transferências dos pacientes.

Estado

A Secretaria do Estado da Saúde de São Paulo informou ao G1 que renovou o convênio com o Hospital Regional do Câncer de Presidente Prudente, no valor total de R$ 11 milhões que serão pagos em seis parcelas, com vigência até junho.

A medida visa garantir atendimento a pacientes em tratamento oncológico e também de outras patologias que não seja Covid-19, permitindo que outros hospitais da região atendam casos do novo coronavírus.

Por meio dele, a Secretaria Estadual de Saúde custeará a manutenção da oferta de 80 leitos clínicos e 10 leitos de UTI destinados a atendimento de pacientes oncológicos e de outras patologias de média complexidade.

“O apoio financeiro visa fortalecer a rede hospitalar regional, em consonância com o trabalho realizado desde o início do ano pelo Governo do Estado, que incluem ainda o envio de mais de 60 respiradores à região para ativação de leitos de UTI e o repasse de R$ R$ 3,8 milhões para fortalecimento da rede assistencial para atendimento a pacientes com a doença”, concluiu o Estado em nota ao G1.

G1 Prudente

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